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10 maiores jogos da série Castlavania – parte 1: Castlevania(NES) e Lament of Innocence(PS2)

Eu voltei…. para o blog que eu deixei….

Primeiramente, gostaria de avisar que eu voltei a atualizar meu blog.  Faz tempo que não posto nada nele, mas quero voltar a escrever sobre games, tokusatsu e o que me vier na telha. Embora eu esteja em férias do serviço e da faculdade, estou também fazendo TCC ou TFG, e isso toma muito do meu tempo. Ainda assim, vou tentar postar alguma coisa no blog para não deixá-lo parado.

É isso! Espero que eu consiga fazer tudo o que me programei para fazer, hehehe!

Vamos à matéria!

Em Agosto do ano passado, tivemos uma sexta feira – 13. E, para comemorar, fiz um review especial de Castlevania, com 2 jogos da série sendo comentados por dia, desde segunda até sexta-feira.

Nada melhor do que fazer um apanhado da maior franquia de terror e ação de todos os tempos: “Castlevania”!

CASTLEVANIA e LAMENT OF INNOCENCE

Como são muitos jogos, não dá para comentar todos. Esses são os que eu considero melhores na série, mesmo assim, não consegui colocar todos que eu gosto.

Os inúmeros títulos de “Castlevania” fizeram fama no mundo todo desde o primeiro jogo lançado para Famicom Disk System, em 1986 no Japão. De lá para cá, muita coisa mudou: estilo de artwork, modo de jogo, elaboração de histórias. Mas todas seguem um mesmo foco: derrotar o Conde Drácula e seu Castelo ressurgido das trevas.

Hoje falarei sobre o primeiro “Castlevania” e o “Castlevania Lament of Innocence”, um por ser o primeiro de todos os jogos lançados e o outro por ser o primeiro na linha cronológica da série.

Vamos aos reviews!

CASTLEVANIA

Famicom Disk System/NES (1986)

“No ano de 1691, as terras da Transilvânia viviam a paz por exatos cem anos. Os habitantes da região prosperavam e nem sequer lembravam do seu passado negro, dominado pelas trevas, pestes e doenças. Infelizmente, os dia de alegria estavam no fim. Exatamente naquele ano, o Conde do Mal, Drácula, estava prestes a ressurgir, trazendo consigo seu labirinto demoníaco, conhecido também como seu castelo amaldiçoado. Seu exército de seres malignos e mortos vivos estava se preparando para dominar outra vez a humanidade.

Simon Belmont versão NES

Então, dentre o povo, surge um herói, aquele que iria derrotar Drácula definitivamente. Este é Simon Belmont, bisneto de Christopher Belmont. Munido do lendário chicote, conhecido como Vampire Killer, ele parte para a região onde está o castelo do Conde Drácula.

Primeira parte do gameplay do jogo

Vampire Killer é um chicote místico, a lenda diz que no passado ele recebeu um encanto para poder derrotar Drácula e todos os seus asseclas. Durante gerações esteve com os pertencentes à família Belmont, chegando a ficar com os Morris até que voltasse às mãos dos Belmonts novamente. Os Morris podiam utilizar o chicote, assim como os Belmonts, devido a sua ligação de sangue entre as famílias.

  Simon versão PlayStation One

No castelo, Simon Belmont derrota todos os monstros que aparecem pela frente, como o Morcego Gigante, a Múmia e o Frankenstein… Chega até mesmo a enfrentar a temível Morte, fiel escudeira de Drácula, e acaba por vencê-la.

 Segunda (e última) parte do gameplay do jogo

Corajosamente, Simon vence Drácula, mas esse não foi o fim de tudo. Prestes a ser derrotado, Drácula joga uma maldição em Simon. Portando essa maldição, o mundo não estaria livre das desgraças trazidas por Drácula. Sete anos depois, no segundo jogo, ‘Castlevania II: Dracula’s Curse’, o espírito de Drácula reapareceu… Então Simon teve de visitar várias regiões da Europa para buscar os pedaços do corpo do Drácula. Assim que os juntou, teve de levá-los ao castelo do próprio Drácula, para ressucitá-lo e poder pôr um fim verdadeiro ao Senhor das Trevas.”

Simon versão “Conan” do SNES e versão “EMO” do “Castlevania Judgement” do Wii

“Castlevania” foi lançado com características de jogo de plataforma da época, influenciado por “Mario Bros.”. O primeiro jogo era curto, teve apenas 6 fases, com progressão lateral. As fases se passavam todas dentro do castelo. Em alguns remakes, como o “Super Castlevanis IV”, do SNES, algumas áreas fora do castelo foram mostradas.

Primeiro desenho oficial do Drácula

A Morte é o chefe mais infame do jogo, devido a sua altíssima dificuldade, sendo mais difícil que o próprio Drácula. Essa é a versão que mais recebeu remakes para os mais variados consoles.

CASTLEVANIA – Lament of Innocence

PlayStation 2 – 2003

Durante o século 11,  os monarcas perdiam sua força devido aos desentendimentos com os feudos e os cavaleiros. Ao mesmo tempo, a Igreja Católica passava por muitas reformas, dando início às Cruzadas, com o objetivo de ganhar força política e continuar tendo poder sobre as pessoas.

Leon Belmont e Mathias Cronqvist eram dois valorosos cavaleiros que lutavam pelo reino, até que foram convidados a lutar nas Cruzadas. Mathias, em particular, era um exímio estrategista. Certa vez, ambos concluíram plenamente uma de missões, mas Mathias sofreu uma grande perda. Ao retornar das Cruzadas, ele foi informado que sua esposa Elizabetha havia morrido.

Leon Belmont

Mathias passou um ano tentando abafar seu sofrimento. Após isso, Leon o convidou a continuar lutando em nome de Deus nas batalhas. Eis que um grupo de monstros surge e ataca a região onde eles estavam, vindos de uma área conhecida como Floresta da Noite Eterna.

A igreja não combatia os monstros, pois não não tinha motivo para atacar algo que não fosse humano, e que obviamente não tivesse um interesse político. Leon não conseguiu permissão para enfrentá-los, mas mesmo assim parte para o combate.

Mathias Cronqvist

Seu amigo, Mathias, descobre que a noiva Sara Trantoul havia sido raptada por um vampiro muito poderoso, chamado Walter Bernhard e avisa Leon que esse vampiro estaria na Floresta da Noite Eterna. Leon Belmont renuncia ao seu título de barão e se alia ao alquimista Rinaldo Gandolfi, que conhece as atividades de Walter Bernhard e já teve problemas passados com o vampiro.

Sara Trantou

Rinaldo dá a Leon um chicote feito pela alquimia que o ajudaria contra os possíveis inimigos. Leon, então, acha o castelo amaldiçoado de Walter no meio da floresta e o invade. Ele derrota os 5 protetores do lugar, abrindo caminho para o salão principal. Ao vê-lo, Walter acha graça das atitudes de Leon. Em seguida, manda o vampiro Joachim Armster acabar com Leon.

Joachim era um humano que foi vampirizado por Walter. Após trair Walter, Joachim foi aprisionado no castelo. Walter então o manda derrotar Leon, para poder se libertar mais uma vez.

Vampiro Walter Bernhard

Leon derrota Joachim e Walter liberta a esposa de Leon. Joachim, então, conta que Walter possui a Ebony Stone (pedra do ébano), uma pedra que dá poderes fantásticos a quem a possuí-la e também cria a noite eterna naquela floresta. Leon também descobre que sua amada foi vampirizada por Walter, sendo assim, ela não pode se afastar do castelo amaldiçoado, pois iria perder suas forças aos poucos e morreria caso o fizesse.

Vampiro Joachim Armster

Rinaldo aparece e diz que Walter uma vez vampirizou sua filha e ela matou sua mulher e filho. Para acabar com o problema, ele teve que matar sua própria filha.

Leon pensou em derrotar Walter para liberar Sara, mas a mordida dele a infectou, e parte dele está dentro dela agora. Se ele derrotasse Walter, o mal dele iria continuar dentro dela, não importa o que ele fizesse. Então Rinaldo sugere que a única forma de vencer Walter completamente é eliminando Sara com o Chicote da Alquimia, podendo assim absorver o mal de dentro dela.

Leon se enraivece ao ver que essa seria a única solução, mas reluta em matar sua própria amada. Sara se dispõe a se sacrificar e pede a Leon que o fizesse.

Sem outra alternativa e atendendo ao último pedido de Sara, ele a mata e seu chicote absorve o mal que havia dentro dela, tornando-se assim o Vampire Killer (eis o motivo pelo qual o chicote não se chama “Dracula’s Killer”, afinal, ele serve para matar qualquer tipo de vampiro).

Enfurecido, Leon parte para encontrar Walter e consegue derrotá-lo. Mas, no momento em que estava para se desfazer, a Morte aparece e transfere a alma de Walter para aquele que possui a Crimson Stone, a outra pedra com os mesmos poderes da Ebony Stone. Assim a Morte realiza a vontade daquele que ela seguia.

E essa pessoa era Mathias Cronqvist. Ele revela que se tornou imortal através do poder da pedra. Ele diz agora amaldiçoar a Deus por Ele ter tirado a pessoa que ele mais amava. Então ele planejou tudo para que Leon passasse pela mesma situação a fim de conseguirem as duas pedras, tornando-se imortais. Obviamente, Leon discorda de seu amigo, afirmando que Deus não tem nada a ver com isso.

Mathias já esperava que isso fosse acontecer, então manda Leon para uma dimensão paralela, onde enfrenta a Morte. Após derrotá-la, ele enfrenta Mathias.

Este também é derrotado, mas acaba fugindo, transformado-se num enorme morcego indo para um mundo obscuro, onde continuaria com seu ódio por Deus. Após isso, ele não seria mais visto por cerca de 400 anos.

Leon escapa do castelo, que entra em colapso, e consegue encerrar a batalha contra Drácula por certo tempo.

Após os dois tenebrosos “Castlevanias” do Nintendo 64, a Konami resolveu tentar novamente um “Castlevania” em 3D, agora na geração 128 bit. “Lament of Innocence” prometia uma volta às origens, como todo jogo que nasceu 2D e não deu certo em 3D. E realmente o jogo trouxe alguns elementos dos jogos antigos, como os itens especiais, um Belmont como protagonista, o famoso chicote.

Primeiras partes do game

Mesmo assim, não existiam fases. O castelo deveria ser explorado igual ao “Castlevania Symphony of the Night” e a todos os outros estilo “Metroivania”. Em “Lament of Innocence” não havia níveis de experiência, mas, na verdade, isso só estava mascarado no jogo. Você não ganhava pontos por matar inimigos para habilitar novos golpes, mas ganhava novos golpes depois de um certo número de inimigos derotados… Entendeu? Dá quase na mesma, só não aparece seu nível ao pausar o jogo.

O castelo era um pouco repetitivo… vários corredores retangulares eram idênticos, e o fato de o jogo ser em 3D deixava a exploração muito mais lenta. A pouca variedade de golpes deixava-o também um pouco cansativo. Num console onde existem jogos como “God of War”, “Devil May Cry” e “Prince of Persia”, esse “Castlevania” ficou devendo.

Tema de Leon Belmont

Um fator que incentiva a jogá-lo é a trilha sonora e a história, ambas bem trabalhadas. Com um código é possível jogar o game com Joachim. Ele tem uma defesa mais fraca, mas seus ataques especiais são bem apelativos, para compensar.

Resumindo, se você for fã da série, deve conferir o jogo. Caso não curta tanto, existem outros jogos no PS2 melhores para te entreter.

EM BREVE…

Não perca, “Castlevania Bloodlines” e “Castlevania: Portrait of Ruin”.

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